2007/03/26

€ast€r Xok@pike

O sol voltou... não só no céu, mas também dentro de floco iluminou o bréu...Floco já sentia saudades do cristalino azul do céu, das flores coloridas e das cores garridas próprias da Primavera.
A natureza sempre lhe valeu de grande inspiração, mas agora para além dela, conta com outra que lhe vem do coração. Deturpa-lhe os sentidos, abstendo-o da realidade e os seus limites vencidos conduzem-no , quiçá, à felicidade. Pela primeira vez deixou de ver para poder olhar e isso foi tudo o que precisou para se encantar.

Assim, na Primavera enfeitiçado deambula floco maravilhado...numa altura em que o chocolate é tão abundante como a cor das flores.



Tocado pela felicidade
O mundo torna-se divertido
Reflexo daquilo que floco tem vivido
Onde tudo é emocionante
Da mais pequena coisa até ao infinito.
A tua magia contagiante
Ilude a razão e leva ao sonho,
Maravilhado floco, com tua graça sonante...

Para ti...

2007/03/01

Há um longo tempo que já não narrava floco as suas aventuras, mas por estas alturas distraído está floco em outras diabruras.

Com o Carnaval já passado, é pela razão outra vez adoptado e vê-se assim de regresso ao seu quotidiano amado. Lisboa veste-se outra vez de solenidade, e floco lá passeia com renovada ansiedade. Ansiedade do tempo que passa, sem recear a desgraça, pois por bons ventos é floco guiado, agora, com ânimo reforçado. Os olhos acordaram da dormência que viviam e mostraram a floco o que o coração e a mente sempre pediram. Para isso bastou pouco mais de um mês, porque quem olha e vê só o faz uma vez. Floco por fim, achou o norte de si próprio, iniciando um prólogo e ansiando por uma história.

Vendo e olhando, floco
Ilude o pensamento
Ouvindo e esperando um
Luar de encantamento
Intenso como o Sol
Na suavidade de uma Lua,
Onde possa sonhar com a perfeição que não é sua.

Por floco...

2007/01/29

frio..frio...frio de rachar...

O frio...
Aquele que entristece a alma e que tudo contagia numa calma serenidade, é o favorito de floco, que nele se delicia ignorando a idade...
Nos tempos que vão passando, a gelada tranquilidade vai sendo desculpa para uma vagarosa morosidade mas nem por isso abrandam, floco e a sua insanidade.
De manhã os dedos ociosos não respondem preguiçosos, condenando a realidade a momentos vagarosos.
No crepúsculo, os olhos dormentes habituam-se aos cinzentos ambientes, e por vezes ás chuvas quase deprimentes.
Chegado o céu escuro, todo o corpo se aquece, e esquece, que uma uma rotina em tudo igual á anterior aparece...
Mas, num espaço onde tudo é gelado, há um fogo renovado, que alumia por dentro um floco iluminado...
Assim ao som deste gelo mudo, caminha um floco...

2007/01/19

garridas cores coloridas...

Dotou em vós Natureza
o sumo da perfeição
que, o que em vós é senão,
é em outras gentileza:
o verde não se despreza
que, agora que vós o
tendes,
são belos os olhos verdes.

Ouro e azul é a milhor
cor
por que a gente se perde;
mas, a graça desse verde
tira a graça a toda a
cor.
Fica agora sendo a flor
a cor que nos olhos tendes,
porque são
vossos...e verdes!

Luís de Camões



Que melhor cor que o verde, que ilustra as pradarias dos sonhos e deslumbra os corações risonhos, para a xoko inspirar a escrever seus retalhos.
Cores garridas inundam suas fantasias, com as palavras pinta retratos de suas alegrias perdido no pedaço de realidade em que se vê dentro.
Mas de todas as cores, o azul, aquele azul que preenche o tecto do mundo, é aquele que lhe enche os olhos, que tudo transforma num segundo, o de que nunca se separa na saga que vive.
Azul e Verde, as duas cores que pintam a Terra que tanto adora, onde xoko se aventura sem demora.
Porém, para tanta cor que xoko admira, o arco-iris não seria suficiente, porque na sua existência quase inconsciente pinta de tudo e com tudo este floco reluzente.


Com este texto colorido, se despede xoko...

2007/01/07

novo ano, novas aventuras...

Cansado de apenas ser um comum floco exige agora o nome de xoko...

De certeza todos reconhecem com clareza, a criança que xoko mostra ser sem estranheza.
E não negando esta natureza, xoko em tudo e todos vai descobrindo beleza. Assim, quando tudo é bonito, a vida flui sem nenhum atrito.

Neste novo período dourado da sua original existência, deseja xoko enriquecer a sua experiência e desafiar outra vez mais os limites da ciência, que provou poderem ser quebrados quando tem a seu lado pessoas que completam a sua vivência.

Mas saindo do futuro e voltando ao real presente, divido se encontra esta personagem, que embora divertido vê a decisão como mera miragem.

A escola voltou, e com ela colada a música, a rotina que tanto apaixona xoko e lhe abre horizontes.

Inaugurado neste novo ano, ficou o diário de pensamentos e aventuras deste xoko, floco insano.

2006/12/29

o final de um ano do cereal

Foi um ano maravilhoso este que viveu, floco moço...

Concretizou sonhos, venceu medos, conheceu pessoas, e viu-se em novos enredos. Descobriu um novo mundo, com o qual apenas por breves momentos tinha sonhado, mas o sonho virou rotina e floco ao seu quotidiano se viu amarrado; e mesmo nessa vivência apartado, a ela se agarrou floco dedicado.

Neste ano, a sua determinação foi exaustivamente testada, mas xokapike, astuto na sua maneira de ser, provou que nem o maior cansaço, do seu sonho o irá demover.

Foi ,de certo, um período cheio de bons e maus momentos,os bons marinheiros navegam até com maus ventos, mas não ficou desanimado por tais desalentos, porque mais que os maus, os bons momentos para sempre viverão nos seus pensamentos.

Floco é hoje feliz pelo ano que passou e é passado, e pelo futuro que chegou ainda imaculado.

Este texto, por floco escrito com imensa inspiração, é dedicado a todas as personagens que nesta saga xokapítika participaram...e nela de certeza continuarão.

2006/12/21

winter flokate...

Com o tempo maldoso o ócio torna-se maldoso, mas floco ignorando tal pecado ri pelo gozo.
A alegria que sente é monumental, sintoma do divino Natal, que floco aguarda com ansiedade especial.
Com o solstício (21/12) dá-se então início, ao real frio natalício...
A neve pelas suas bandas não é abundante, mas o frio esse, é igualmente congelante...tornando cada momento arrepiante. Mas o frio que sente não lhe chega ao coração, nem á mente que não desmente o que o coração sente apesar do fogo recente.
Mas abandonando o seu rotineiro presente e descrevendo o que hoje assistiu...
Como um verdadeiro cirurgião vestido, e pela consciência aturdido começou o seu dia no hospital...
Deu-se por si numa sala de operação e depressa por ele percorreu uma onda de receio, que depressa se foi assim como se lhe veio.
De sangue nada ou quase viu, pensou que no inicio não resistiria mas lá conseguiu..superou-se a si próprio por até ter gostado daquilo que viu.
Em dois parágrafos um resumo, de um dia unico...

Feliz Natal!!!
[lalala lalala e o teu bichinhu e tu tens que proteger lalala lalala]